Mary Phuong, Deepmind AI Researcher.
Realizado por Muriel d’Ansembourg.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Orgulho e Preconceito”. Realizado por Joe Wright.
☆ ☆ ☆ ☆
Só é pena ser tão previsível, desde o início. Em português “Três Amigas”. Realizado por Emmanuel Mouret.
☆ ☆ ☆ ☆
Uma pequena contribuição para a compreensão do que se passa na Palestina (na verdade incompreensível para quem ainda tem coração), e a habitual modesta contribuição dos ingleses que como é sabido, continua até aos dias de hoje. Em português “Palestina 36”. Realizado por Annemarie Jacir.
☆ ☆ ☆ ☆
Três e foi por caridade, tratou-se de fraca gestão das expectativas, julguei que ia gostar bem mais. Em português “As Coisas da Vida”. Realizado por Claude Sautet.
☆ ☆ ☆
Que seca, embora tenha os seus momentos. Em português “Como Divorciares-te em Tempos de Guerra”. Realizado por Andrius Blazevicius.
☆ ☆ ☆
Outra seca, embora tenha os seus momentos. Realizado por Agnieszka Holland.
☆ ☆ ☆
Porque razão vi isto? Ah, já me lembro, ia ver “L’Oro di Napoli”, mas não tinha legendas e não tive paciência para as arranjar. É para aprender. Em inglês “1 Million Minutes”. Realizado por Christopher Doll.
☆ ☆
Realizado por Lisa Cholodenko.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “A Rapariga do Rio Pó”. Realizado por Mario Soldati.
☆ ☆ ☆ ½
Em português “O Cadafalso”. Esta série consegue parecer boa sem ir realmente a lado nenhum, suponho que seja uma qualidade em si própria.. Criado por Shane Meadows.
☆ ☆
Grandes traços de film noir que entram no registo da homenagem, mas há algo estranho que rodeia Sugar e a volta que a série dá é muito boa. Fernando Meirelles realiza cinco episódios, a aposta da Apple em talento está a dar frutos, e tendo perdido um certo “politicamente correcto”, as séries são cada vez melhores. Criado por Mark Protosevich.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Quase que dava um raro cinco estrelas porque é uma série extraordinária, que aborda vários temas e problemas actuais, a começar pela saúde mental de pessoas aparentemente normais. Não chegou lá por algumas falhas que não consegui ultrapassar… Alguma vez na vida, um jovem atlético se afogaria tentando salvar uma criança à deriva num robusto barco de encher? É evidente que não, o barco seria literalmente uma bóia de salvação até chegar ajuda. E o livro, The Perfect Stranger, que alegadamente desmascara Catherine (Cate Blanchett e, em nova, a sensual Leila George), alguma vez na vida seria lido pelo inútil do filho dela, um indivíduo que na série mal consegue articular duas palavras? Enfim… era só mais um bocadinho, mas gostei imenso. A psicopatia tem muitas formas e em cada 100 pessoas com que nos cruzamos, o mais provável é que quatro ou cinco sejam psicopatas. Criado e realizada por Alfonso Cuarón.
☆ ☆ ☆ ☆ ½

R2.
A series of collaborative sketchbooks, Two Pages connects local and international creative communities through raw creativity and spontaneous mark-making. It is an ongoing effort to record, spread and exchange ideas through the hand-to-hand journey of each book.
Não me pareceu que a ambição do projecto tenha um site à altura… No entanto, não deixa de ter uma colecção de trabalho interessante, de muitas partes do mundo.