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Die My Love (2025), realizado por Lynne Ramsay.
A tocar Cold Light of Day de Lewsberg.
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Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ☆ ☆
Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
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Esta série é boa, embora eu considere que não chega à original inglesa, mas usa a fórmula habitual deste tipo de registo: são todos deploráveis (e são mesmo), ladrões, promíscuos, psicopatas, sem qualquer vestígio de compasso moral, mas bem intencionados e ainda com muito para dar à humanidade (não se fiem nisso). Ou seja, acabamos a gostar de tipos de pessoas que têm muito pouco a apresentar de edificante e, o nosso gostar segue os altos e baixos programados pelos argumentistas. Começamos a série a gostar mais de uns do que de outros e acabamos da mesma forma, mas são outros. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ☆ ½
Eu vejo estes episódios como um drama, não como comédia dramática e muito menos como comédia. Mas uma coisa que quase nunca falha é em todos os episódios eu dar uma gargalhada com algo que de alguma forma não estava a contar — como aqui, e sim, o Mickey, é daqueles personagens odiosos que por esta altura já toda a gente gosta. Esta temporada tem episódios muito bons, designadamente o último. Em português “No Limite”. Criado por Paul Abbott e John Wells.
☆ ☆ ☆ ☆ ½
Em português “Homicídios ao Domicílio”. Criado por John Hoffman e Steve Martin.
☆ ☆ ☆ ☆
2012, 2013, 2014, 2015, 2021, john hoffman, john wells, paul abbott, steve martin, tv 2026
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